Model United Nations (MUN)

Modelo das Nações Unidas (MUN) 

O Modelo das Nações Unidas (também chamado Model UN e MUN) é uma simulação acadêmica das Nações Unidas conhecida universalmente. Possibilita aos alunos contatos e pesquisas a respeito de eventos atuais, relações internacionais, diplomacia e o conselho das Nações Unidas. Os estudantes do Ensino Médio da Escola das Nações e seus companheiros ao redor do mundo participam desse evento.

Eles fazem o papel de diplomatas e de representantes de um país em uma sessão simulada de Comitê das Nações Unidas, como o Comitê de Segurança ou a Assembleia Geral.

Nosso clube MUN, liderado por alunos, encontra-se às segundas-feiras às 15h30.  Os estudantes pesquisam a respeito de um país, assumem papéis como diplomatas, examinam problemas internacionais, debatem, deliberam e fazem consultas, a fim de desenvolver soluções para problemas mundiais. O Clube MUN da Escola das Nações contribui para o desenvolvimento de habilidades importantes como debate, discurso em público, pesquisa e planejamento. Os discentes também aprendem a seguir os protocolos das reuniões e a importância delas.

MUNations

Uma vez por ano, os alunos do Clube MUN organizam o MUNations. Durante uma tarde de sábado, simulam um Conselho das Nações Unidas. Apesar de ser em escala menor, existem muitas delegações. O MUNations oferece experiências  para o BRAMUN (Modelo das Nações Unidas do Brasil).

Brazil Model United Nations (BRAMUN)

Brazil Model United Nations - BRAMUN

Liderada apenas por estudantes e baseada nas Nações Unidas, BRAMUN é uma conferência de Ensino Médio internacional no Brasil e na América Latina. Cada ano, em março, aproximadamente 300 alunos de todo o continente se reúnem para uma semana de debate sobre crises mundiais desafiadoras e busca de consenso. 

Os alunos apresentam orgulhosamente os resultados de seu trabalho árduo e demonstraram habilidades de debate e de elaboração de projetos para um mundo melhor. Discutem temas da atualidade e propuseram soluções dinâmicas e inovadoras que levam em consideração recursos financeiros e naturais, acordos entre nações, políticas externas e conflitos internos.

As habilidades desenvolvidas pelos alunos na preparação para o BRAMUN não são apenas de discurso e de elaboração de projetos, mas também de profundas pesquisas, análise, planejamento e apresentação de possíveis soluções, já que estudam decisões e posicionamentos de determinado país em relação a um assunto global. Os discentes também aprimoram as habilidades de apresentação pessoal e networking ao ser entrevistados para papéis de liderança na conferência e ao fazer alianças com outros comitês. Esse pacote de habilidades chama a atenção de muitos escritórios de admissão de universidades.

Parabéns à equipe BRAMUM pela excelente diplomacia!

LINKS

Líderes Envolvidos em Amabilidade e Serviço (LINKS)

O LINKS é um programa escolar único que trabalha na construção de uma ponte entre os programas de Educação Moral das turmas do Ensino Médio com as do Ensino Fundamental.  Oferece aos alunos do Ensino Médio a chance de desenvolver atividades de serviço inovadoras e construtivas para se conectar com estudantes mais novos. As atividades costumam se alinhar com os valores e as virtudes que estão sendo discutidos em sala de aula ( respeito pelos outros ,  responsabilidade sobre o planeta Terra etc).  Os alunos do TMI já se uniram aos mais novos em iniciativas como plantar árvores, criar sacos de lixo sustentáveis, reduzir o uso de copos de plástico, escrever para amigos de outros países, fazer campanhas antibullying e criar blogs para ajudar a incentivar a reciclagem e a redução de dejetos. Essas atividades dão aos estudantes mais velhos a chance de desenvolver a capacidade de liderança e de servir; para os mais jovens, oferecem modelo de maturidade, consciência, reflexão e de visão necessárias para construir uma comunidade mais unida, sustentável e pacífica.  O LINKS incentiva os discentes a olhar a própria comunidade e identificar onde eles podem causar impacto positivo. Os objetivos do programa se aliam à missão da Escola de criar um corpo discente unificado dedicado ao serviço, à colaboração, ao respeito pelos outros, à apreciação da diversidade e à cidadania.

LEADS

Líderes Engajados em Ação, Discurso e Serviço (LEADS) 

O LEADS foi criado a pedido de alunos interessados, com o apoio dos administradores e dos professores. Cresceu rapidamente de apenas um par de alunos veteranos para 15 alunos, do 9° ao 12° Ano.  Os estudantes do LEADSem setembro. Durantearticiparam, também, da Conferência Rede de Questões Globais e voltaram com muitas ideias sobre como aplicar medidas sustentáveis e promover a consciência sobre questões ambientais na EdN. Uma das ideias que começaram a implementar é a redução do uso de copos de plástico na Instituição. 

Fábrica Escola

Fábrica Escola 

Desde 2006, o professor de Química, William Mendonça, tem sido o impulso da Fábrica Escola. Uma ferramenta de aprendizado eficaz, ela cresceu do desejo de reutilizar o máximo de resíduos possível e transformá-los em produtos úteis que contribuíssem para um ambiente mais limpo e saudável. Os alunos voluntários aprendem a aplicar a ciência moderna em problemas cotidianos.

A Fábrica Escola é caracterizada por um ensino criativo e inovador que oferece aos estudantes oportunidades para aprender fazendo. Eles criam produtos úteis, que economizam dinheiro e conservam o meio ambiente.

O projeto incentiva a autossustentabilidade. Por exemplo, depois de saber quanto óleo usado na cozinha era jogado fora, o professor William desenvolveu um projeto com os alunos para filtrar esse óleo e transformá-lo em detergente ecologicamente correto. Eles produzem, também, sabão e amaciante. Familiares, alunos e professores podem comprar os produtos. Os valores arrecadados são reinvestidos em projetos futuros.

Foi desenvolvido na Fábrica Escola, também, o aquecedor de água por meio da energia solar. Os discentes ensinam métodos de fabricação, quando visitam comunidades na Amazônia, por meio do projeto Amazon Crossing.

Trabalhar na Fábrica Escola não é atividade obrigatória do currículo. Os alunos voluntários se encontram da segunda à sexta-feira, às 15h30, e, juntos, são responsáveis por todas as operações. Os esforços dos voluntários são contados como horas de serviço que precisam para receber o diploma de conclusão do Ensino Médio.

Projeto One Less Cup

One Less Cup 

A ideia central da nossa campanha do ano - “Toda Ação Conta” - é que uma mudança, por menor que seja, pode ter impacto global. Podemos melhorar o mundo se praticarmos ações que realmente contem. Os estudantes estão aprendendo e percebendo como o que eles fazem afeta a comunidade.

Aproximadamente 870 alunos estudam, hoje, na Escola das Nações, e 200 funcionários prestam serviços à Instituição. No ano passado, utilizamos uma média de 76 000 copos plásticos descartáveis por mês, o que nos custou cerca de R$ 2 500,00 mensalmente. Mas não é apenas o custo que deve ser considerado – alguns plásticos liberam toxinas cancerígenas e podem levar até 100 anos para se decompor. Reduzir o uso de copos plásticos descartáveis faz bem à nossa saúde e ao meio ambiente.

Inspirados por projetos que conheceram na conferência GIN (Global Issues Network), em outubro de 2012, os alunos do 11º e do 12º Ano se juntaram com o objetivo de buscar soluções para reduzir o uso de copos plásticos descartáveis na Escola. A pesquisa durou vários meses. Depois, apresentaram uma boa solução para o problema real: substituir copos descartáveis por reutilizáveis. A Instituição já havia tentado um programa similar, mas não obteve sucesso. Os estudantes concluíram que precisavam gerar conscientização em relação ao impacto que o plástico tem no meio ambiente e na saúde.

Após extensa pesquisa, optaram por polipropileno pelos benefícios em relação a esses aspectos. Ao escolher o design do copo, consideraram durabilidade, resistência, formato, cor, capacidade e estabilidade. Procuraram máquinas de lavar profissionais, de tamanho comercial, e soluções de armazenamento para garantir o sucesso do projeto.

Alunos, professores e funcionários abraçaram a ideia! Desde agosto de 2013, os estudantes estão reutilizando seis mil copos, em vez de jogar fora quase 760 000 copos descartáveis por ano.

Os discentes apresentaram o projeto à Escola, a embaixadas e em conferências. Em outubro de 2013, oito alunos participaram da conferência Global Issues Network em Quito, Equador. Foram para aprender, mas também para inspirar outros estudantes a respeito do sucesso e dos benefícios do projeto One Less Cup

Assista ao vídeo de três minutos, produzido por Sophia Dodge e Eduardo Galbinski para apresentar o Projeto One Less Cup. 

 

Horta Mandala

Horta Mandala 

A Horta Mandala da Escola das Nações foi implantada por alunos em 2009 sob a liderança e supervisão do professor de Química, William Mendonça.

Além de ensinar aos estudantes o cultivo de uma horta orgânica, o objetivo do projeto é, também, proporcionar uma sala de aula aberta. Eles aprendem noções de irrigação, agricultura orgânica, energia hidrelétrica, ervas daninhas, controle de insetos e composição de fertilizantes.

A Horta Mandala tem forma circular. Há um reservatório de água no centro. Ela é constituída de nove círculos, o que leva algumas pessoas a compará-la aos planetas do Sistema Solar. O formato cria um microclima que mantém os círculos internos mais úmidos, desacelerando o processo de evaporação. Os alunos usam os primeiros oito círculos para plantio. O último, mais externo, serve para manter o equilíbrio entre o microclima da horta e a área que o circunda.

William explica que nada é plantado no primeiro círculo, o que permite que a erva daninha cresça. No entanto, segundo ele, isso cumpre um objetivo. “Nas aulas de Química, os alunos estudam tecnologias que previnem ervas. Queremos mostrar-lhes que eles mesmos podem solucionar problemas. Nós não resolvemos os problemas para eles.”

O tanque de água no centro da horta contém muitos nutrientes. Na última contagem, havia mais de 200 peixes. A amônia que o peixe produz enriquece a água criando fertilizantes para as plantas em um processo chamado irrigação fértil.

A irrigação é simples e eficaz. A água corre dos reservatórios para mangueiras, cada um contendo pequenos furos. Ela passa pelos furos irrigando a horta na quantidade adequada.

Os alunos voluntários cultivam vários tipos de alface e outros vegetais para nossas refeições. Colhem mais de 20 pés de alface, em um dia bom – todos sem pesticidas – que são usados nas saladas dos almoços da Escola.

Nas aulas de Ciências do 7º Ano, com a professora Melissa Oliveira, as turmas estudam plantas. Trabalhando na horta, todos as veem crescer em um período de quatro semanas. “Tiram uma foto por semana, analisam e reportam o que observaram.” disse Melissa.

Queremos que os discentes percebam que o que plantam pode ser colhido e consumido depois. “A horta também torna os alunos mais próximos da natureza. Ensina-lhes técnicas de plantio de alimentos e cuidados com as plantações. Essas observações e experiências podem atuar como conhecimentos a respeito de que o que comem não precisa, obrigatoriamente, vir do supermercado – o leite vem da vaca, não da caixa – vegetais, das hortas, não de sacos”- ela explica.

Todas as segundas e quartas-feiras, os alunos voluntários trabalham na horta ou no Fábrica-Escola.

Eles doam parte do que colhem para três instituições locais: Creche Ursinhos Carinhosos, em São Sebastião, Creche Medalha Milagrosa, no Lago Sul, e Casa do Menino Jesus, no Gama.

A Horta Mandala é baseada nas ideias do empreendedor Willy Pessoa. Essas ideias tornaram possíveis sonhos de pequenos fazendeiros no Brasil de plantar alimentos orgânicos, gerar renda e ajudar o meio ambiente por meio de técnicas que combinam conhecimento tradicional e conhecimento científico (http://www.changemakers.com/issues/183).

Learning 4 Fun

Learning 4 Fun

O serviço comunitário é uma das metas mais importantes do programa de Educação Moral e Cidadania Global na Escola das Nações. Nós nos orgulhamos muito de ter alunos que se doam para oferecer serviço comunitário altamente significativo e, assim, contribuir para um mundo melhor.

O projeto Learning 4 Fun dá aos estudantes do Ensino Médio a oportunidade para aprender e servir. Eles dedicam, voluntariamente, tempo e talento para ajudar os outros. Dessa forma, experimentam a satisfação de ensinar.

Aos sábados, vão a São Sebastião ensinar Inglês para crianças e adolescentes que apreciam a oportunidade de aprendizagem.

Os estudantes não só aprendem com essa experiência, mas também aproveitam bastante. “É incrível. Estamos cercados por alunos que são únicos e que vêm de históricos diferentes dos nossos.” disse Juliana Arruda. “... Nós não apenas ensinamos. Nós precisamos usar nossa criatividade para motivá-los. Queremos que eles pensem “fora da caixa”, para ir além do que   veem na frente. Ensinamos mais do que apenas inglês.”

Como o projeto começou? A professora Neryangela Samoori, que já havia trabalhado com crianças em São Sebastião, sempre quis criar um projeto que construísse laços entre os alunos da Escola das Nações e as crianças da comunidade de São Sebastião. Ela procurou a professora de Inglês como Segunda Língua, Vanessa, cujos conhecimentos se “casaram” perfeitamente com o projeto.

Learning 4 Fun começou com cinco alunos voluntários da Escola das Nações. Em 2012, aproximadamente setenta crianças de São Sebastião participaram.

Os voluntários assistem a uma série de aulas preparatórias para aprender ensinar Inglês como Segunda Língua. Dedicam manhãs de sábado para compartilhar a língua, e suas habilidades recém-construídas, com as crianças de São Sebastião. Como Neryangela descreve, “Nos primeiros dois meses, estávamos testando o projeto. Nossos alunos iam dar aulas todos os sábados. Os pais e as crianças começaram a ver os benefícios das aulas, e a demanda por mais professores voluntários cresceu rapidamente. O compromisso e a dedicação deles são louváveis.” disse Neryangela.

A maioria dos voluntários já alcançou ou ultrapassou o número de horas de serviço comunitário necessário para concluir o curso. Eles recebem um certificado pelo trabalho importante que fazem. Esses estudantes se doam e sacrificam tempo e vida social, mas como retorno, aprendem muito com a experiência, assim como os alunos que eles alcançam. O esforço deles faz a diferença. 

Amazon Crossing

O Projeto Amazon Crossing 

A Escola das Nações é parceira da “Associação para o Avanço da Cidadania no Campo”, em Iranduba, Amazônia, com o objetivo de incentivar os alunos ao rico aprendizado ecológico e intercultural.

Grupos de quatro a dez alunos, com dois ou mais professores e pais, passam uma semana na Amazônia. Os estudantes constroem conhecimentos a respeito do ecossistema único – os rios, as árvores, as plantas, os insetos e os animais – assim como sobre a cultura e a realidade socioeconômica dos indígenas e da população rural da região.

Nosso projeto Amazon Crossing permite que jovens da Amazônia entre 12 e 17 anos multipliquem informações e disseminem atitudes sustentáveis. Isso pode ajudar a sobrevivência na floresta, tornando-a mais fácil, e contribuir para o melhor uso e conservação de recursos naturais.

O projeto oferece aos alunos a oportunidade de vivenciar o estilo de vida local passando dias com o povo nativo, compartilhando sua educação, arte, cultura, economia e esportes.

Nós queremos oferecer aos alunos a oportunidade de viver com pessoas que têm cultura e hábitos diferentes. Pessoas que ultrapassaram obstáculos, que têm sonhos e que são felizes!”

Os estudantes visitam muitos locais e atrações na Amazônia, conhecem jovens, conduzem projetos de serviço juntos, aprendem uns com os outros e criam laços de amizade.

O projeto tem relação com o que os alunos aprendem em sala de aula e enriquece os conhecimentos de muitas áreas como Ciências, Geografia, Ética, Artes, Biologia, Crescimento e Desenvolvimento Humano e Educação física. Isso faz com que eles entendam a cultura e o modo de viver das pessoas que moram na Amazônia.

Speak Up!

Speak Up!

Andando pelos corredores da Escola das Nações no começo deste ano, a aluna do Grade 12, Mariana Roda, notou que nem todos os funcionários tinham o domínio da segunda língua. Quando estava na biblioteca, ela também percebeu que alguns professores tinham dificuldade em inglês ou em português. Os brasileiros, obviamente, dominam a língua nativa, português, mas alguns docentes que tinham acabado de entrar na nossa Escola não conseguiam se comunicar com outros funcionários. Mariana  notou, ainda, que muitos funcionários queriam conhecer os professores novos, mas não havia uma língua em comum. Ela decidiu conversar com o nosso novo coordenador, Kevin, para perguntar o que ele achava. Ambos fizeram um brainstorm e tiveram a ideia de que os alunos ensinassem uma segunda língua aos professores. Foi assim que o programa Speak Up iniciou.

Mariana começou a busca por alunos que queriam ensinar. Durante algumas semanas, ela criou  documento e formulários para se certificar de que o projeto teria sucesso. Mariana e Kevin passaram algum tempo selecionando os alunos. Mas quem seriam os alunos “certos”? Até aquele momento, qualquer aluno que se dispusesse a ajudar. Os dois precisavam de estudantes para dar as aulas e não tinham equipamentos. Precisavam, também, montar o programa depois do horário das aulas para que todos pudessem participar. Eles organizaram de tal forma que os professores podiam escolher se queriam aulas em grupo ou individualmente. Os alunos que se dispuseram a dar aulas ganharão horas de serviço necessárias para a graduação. Então, mais discentes se inscreveram para dar aulas e mais professores se inscreveram para aprender a língua.

E qual será o futuro do Speak Up? Mariana só consegue visualizar o crescimento do programa. Como qualquer outro programa, esse começa pequeno e pode ganhar ímpeto. Mais pessoas que tenham interesse em ampliar conhecimentos na segunda língua podem aderir ao programa. Mas isso traz outro desafio – achar mais alunos que queiram dar aulas. O próximo grupo começará as aulas em fevereiro. Se você acha que gostaria de dar aulas aos seus professores, entre em contato com Mariana pelo e mail mariana.rosa@edn.org.br.

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