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Formação de indivíduos que contribuem para a sociedade global

Instituição de ensino internacional, a Escola das Nações preza por um ensino voltado às habilidades acadêmicas, espirituais, éticas e sociais dos seus alunos

Formar cidadãos globais tem sido a missão da Escola das Nações por mais de 40 anos. Com uma grade curricular que atende a padrões de excelência acadêmica e oferece certificações nacionais e internacionais, a Escola das Nações destaca-se como uma instituição de referência na capital. Fundada no Distrito Federal em 1980, seu objetivo é desenvolver em cada estudante habilidades, qualidades e atributos que os capacitem a serem agentes proativos na construção de um mundo melhor.


"A Escola das Nações adota uma abordagem holística de ensino, o que significa que se concentra no desenvolvimento do indivíduo como um todo — acadêmica, social, emocional, física e espiritualmente. Nós visamos cultivar indivíduos completos que possam contribuir positivamente para a sociedade", Danyel Dalmaschio, diretor executivo da Escola das Nações.

Aluna Maria Cecília, da Educação Infantil, em momento que une inovação e criatividade (foto: Divulgação/Escola das Nações)


De acordo com Danyel, em um mundo com rápidas mudanças, habilidades socioemocionais como pensamento crítico, adaptabilidade, colaboração e inteligência emocional estão se tornando cada vez mais essenciais. "A abordagem holística da Escola das Nações não é apenas uma estratégia educacional, mas um reflexo de suas crenças e visão para seus alunos. Reconhecemos que a verdadeira educação não é apenas sobre encher a mente com informações, mas sobre formar indivíduos capazes de enfrentar desafios, contribuir positivamente para a sociedade e liderar vidas plenas", ressalta.

Cultivando o futuro: alunos no ambiente holístico da escola (foto: Divulgação/Escola das Nações)


Anis Sami, coordenador de Educação Moral e Cidadania Global, complementa: "nos próximos 15 anos, uma criança que está entrando hoje no ensino fundamental vai passar pela mesma quantidade de mudanças que a humanidade experimentou no último século. Considerando que vivemos em um mundo cada vez mais volátil, incerto, ambíguo e dinâmico, quais são as competências necessárias para que esta criança seja capaz de enfrentar os desafios do futuro? Dominar conteúdos e técnicas seguirá sendo importante, mas deve estar acompanhado de habilidades socioemocionais para se relacionar com os outros, com suas próprias emoções e com os desafios para atingir objetivos", indica.


Aprendizagem desde a infância


Com a possibilidade de receber até três diplomas — o diploma brasileiro, o diploma americano validado internacionalmente e o diploma do programa AP Capstone —, a Escola das Nações traz para os seus alunos conteúdos exigidos pelo Ministério da Educação brasileiro, além de atender às exigências da agência de credenciamento internacional; e da organização College Board. A preparação para conferir as três certificações inicia desde cedo, ainda na educação infantil.


Ludmila Luttembarck, coordenadora da educação infantil, explica que o programa pedagógico da instituição combina rigor acadêmico com a abordagem holística, enfatizando a instrução "dual-language", em inglês e português. Enriquecido pela inspiração Reggio-Emilia, metodologia cuja abordagem busca potencializar as habilidades e desenvolvimento integral da criança, o currículo converge aprendizado multi-sensorial e baseado em projetos, além de pilares centrais como brincadeira e alfabetização equilibrada dos dois idiomas.

"O programa defende ideais de unidade, disciplina positiva, aprendizado colaborativo e autonomia, mesclando filosofias educacionais inovadoras para oferecer uma educação centrada na criança que prioriza tanto o processo quanto o resultado", conta Luttembarck.

Espaço lúdico e acolhedor, marcas registradas da escola (foto: Divulgação/Escola das Nações)


Recebendo alunos de todos os países, a Escola das Nações busca integrar os estudantes da sua instituição nos mais elevados padrões de excelência acadêmica nas salas de aula. A ideia é permitir que cada indivíduo investigue, descubra, compartilhe e desenvolva as próprias habilidades intelectuais. Na prática, o programa educacional estimula o pensamento das crianças para aprenderem e amarem o contexto do serviço à humanidade.


"Fomos atraídos pelos valores de cidadania global e paz da escola e pela educação duo-linguística. Queríamos que a nossa filha tivesse contato com o inglês e o português. Por isso, ela é fluente em ambos", ressalta Carmen Munoz, diplomata americana. Sua filha Mia, de 4 anos, é aluna do maternal e iniciou sua jornada na Escola das Nações há um ano.


David Figueroa, diretor acadêmico norte-americano da Escola das Nações, reforça que a instituição está empenhada na preparação dos estudantes não apenas para os vestibulares e exames admissionais, mas para a vida e para o convívio em sociedade.


"O foco está no desenvolvimento de habilidades de pensamento crítico que permitem ao estudante aprender como aprender. Dessa forma, o aluno adquire conhecimento e interpreta o mundo ao seu redor de forma autônoma e independente," afirma Figueroa.

Leia a matéria no site do Correio Braziliense.


Matéria escrita pela jornalista Gabriella Collodetti

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