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Depoimentos dos Alunos do Último Ano/2017

 

 

À medida que se aproxima o fim de seus estudos na Escola das Nações, os formandos de 2017 contam o que a Instituição significa para eles.

 

Ana Micaela Scheidemantel, aluna da Escola das Nações desde 2002, é capitã do time feminino de futebol, além de aluna muito ativa e engajada em diversos projetos.

 

“Acho que a escola nos preparou para enfrentar as universidades com uma variedade de cursos AP e aulas sobre o conteúdo nacional, mantendo nossas portas abertas para oportunidades futuras. Acredito que os cursos AP são essenciais porque não são apenas disciplinas superficiais; eles nos ensinam a pensar além daquilo que está sendo proposto, e isso nos ajuda a desenvolver pensamento crítico, habilidade extremamente importante em nossa vida.

 

Testemunhamos isso no dia a dia, utilizamos a língua a nosso favor. O fato de sabermos falar três idiomas nos permite pensar em projetos mais criativos e originais.”

 

Anna Dudas, aluna da Escola das Nações desde 2003, participou de diversas atividades extracurriculares e projetos comunitários como o Learning for Fun. O GPA de Anna está acima de 4,0, e ela fez 8 cursos AP ao longo do Ensino Médio, obtendo pontuação 3 ou mais em quatro exames AP, incluindo nota máxima em Língua Espanhola AP.

 

“Acredito que o que realmente distingue a Escola das Nações das demais é o fato de os alunos receberem uma educação espiritual além da acadêmica, no sentido de que a Escola nos ensina a viver e a enxergar a vida nos fazendo pensar de forma crítica e nos envolvendo em projetos capazes de transformar comunidades.

 

Gosto do fato de os alunos sempre terem oportunidade de desafiar a si mesmos e de crescer por meio dos diversos cursos AP oferecidos.”

 

Beatriz Xavier, aluna da Escola das Nações desde 2005, liderou o projeto de voluntariado Learning 4 Fun e tem GPA acima de 4,0. Assim como Anna, ela obteve AP Scholar com Honra, nota 4 ou mais em todos os exames AP realizados.

 

“A nossa Escola tem um ambiente familiar que contribui para o relacionamento professor/aluno. O melhor da Escola das Nações são as pessoas e a diversidade cultural que temos aqui.”

 

Britney Mbeng, aluna da Escola das Nações desde 2008, foi nomeada presidente do Ensino Médio em 2017 e é membro do conselho estudantil e de bem-estar comunitário.

 

“Para mim, o melhor da Escola das Nações são as diversas oportunidades que temos na área de serviços comunitários. Considero-me alguém que adora ajudar o próximo e contribuir ao máximo com a minha comunidade. E, pelo fato de a Escola nos conceder inúmeras chances de fazer algo pelas pessoas, eu também me sinto beneficiada.

 

A Escola das Nações permite diversas conexões sociais devido ao seu tamanho, e, o mais importante, devido à sua visão e missão. Esses aspectos são vitais para o crescimento social e acadêmico, então me sinto preparada para o mundo lá fora e poderia não ter tido essa chance em outro lugar.

 

Tenho orgulho de ter recebido o certificado de Aluno do Mês. Mesmo tendo obtido o AP Scholar, acredito que o certificado de Aluno do Mês que recebi no Grade 10 representou melhor as qualidades de um aluno completo. Os prêmios AP Scholar se baseiam em habilidades acadêmicas muito importantes, mas obtive o meu certificado de Aluno do Mês devido aos meus esforços, à minha competência em produção escrita e às minhas contribuições com a Escola, sendo que até mesmo a excelência acadêmica está inclusa de alguma forma. Acredito que isso seja essencial ao crescimento do aluno porque demonstra que as habilidades transcendem as boas notas e as altas pontuações.”

 

Camila Dias, aluna da Escola das Nações desde 2012, disse:

 

“Na Escola das Nações, os professores não agem como ditadores, eles agem como pais. Eles tratam a gente e cuidam de nós como de seus próprios filhos.

 

Acredito que um dos maiores choques que as pessoas enfrentam quando entram na universidade seja o choque cultural, algo com que nenhum dos alunos aqui terá dificuldades para lidar. Quanto ao lado acadêmico, as turmas são pequenas, o que significa que temos atenção especial, e as nossas dúvidas são sanadas rapidamente. Também temos acesso à orientação sobre o processo seletivo de universidades sempre que precisamos. Três diplomas e três idiomas fazem a diferença no desempenho acadêmico.”

 

Catarina Rodrigues, aluna da Escola das Nações desde 2007, explicou que:

 

“Acredito que todos os alunos concordariam comigo quando digo que a nossa Escola é o espaço mais confortável que conhecemos para aprender.”

 

Nnanyelugo Okeke, aluno da Escola das Nações desde 2015, faz parte do clube MUN e já participou de diversos projetos comunitários.

 

“A Escola das Nações me preparou para o processo seletivo das universidades, oferecendo ferramentas necessárias, como Naviance, aplicativos comuns e muito mais. Há uma ótima equipe de preparação para o ensino superior. Pessoalmente, tenho excelentes experiências como aluno na Escola das Nações.”

 

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